
Tarde de quarta-feira...dia nublado e frio...
Hoje ao levantar, em vez de vir direto ao blog e começar a escrever decidi repassar alguns velhos arquivos guardados numa pasta do PC que contêm conselhos dados por grandes escritores para todos os malucos que, como eu, querem se dedicar a esta nobre arte, já seja como oficio ou como hobbie.
Como era de se esperar, além dos pontos em comum, existem algumas divergências entre esses escritores que acredito ser resultado da época em que viveram, do gênero ao qual se dedicaram e é claro, à sua própria idiossincrasia.
Em uma coisa todos concordam....”Leia MUITO”...”Escreva MUITO”...pois o aperfeiçoamento vem com a prática, assim como nos esportes...Escreva, e depois escreva mais, e assim você vai melhorar cada vez mais –diz Stephen King.
Outro ponto em comum encontrei em Seymour Menton e Ernest Hemingway quando aconselham a começar qualquer texto com uma frase curta e marcante, que capte a atenção do leitor pela sua concissão, originalidade e imprevisilidade.
Tanto é assim que o conselho anterior funciona que, Gabriel Garcia Márquez, um dos maiores escritores deste século na minha opinião, chega mesmo a declarar que decidiu ser escritor quando ao ler a primeira frase de A Metamorfose viu pela primeira vez que se podia escrever assim. A frase em questão é:
“"Ao acordar naquela manhã de sonhos perturbadores, Gregor Samsa viu-se transformado num gigantesco inseto".
Já no que se refere às divergências é muito curiosa a que encontrei entre Anton Tchejov e Jorge Luis Borges.
Tchejov declara: “Nunca minta. A arte deve ter esta grandeza em particular. Pode-se mentir no amor, na política, na medicina, é possível enganar muita gente, inclusive a Deus, mas na arte não se pode mentir”
Já Borges relata: “...quando escrevo, escolho uma época distante em um lugar distante; isso me dá liberdade e posso fantasiar e até falsificar. Posso mentir sem que ninguém perceba...”
Hoje ao levantar, em vez de vir direto ao blog e começar a escrever decidi repassar alguns velhos arquivos guardados numa pasta do PC que contêm conselhos dados por grandes escritores para todos os malucos que, como eu, querem se dedicar a esta nobre arte, já seja como oficio ou como hobbie.
Como era de se esperar, além dos pontos em comum, existem algumas divergências entre esses escritores que acredito ser resultado da época em que viveram, do gênero ao qual se dedicaram e é claro, à sua própria idiossincrasia.
Em uma coisa todos concordam....”Leia MUITO”...”Escreva MUITO”...pois o aperfeiçoamento vem com a prática, assim como nos esportes...Escreva, e depois escreva mais, e assim você vai melhorar cada vez mais –diz Stephen King.
Outro ponto em comum encontrei em Seymour Menton e Ernest Hemingway quando aconselham a começar qualquer texto com uma frase curta e marcante, que capte a atenção do leitor pela sua concissão, originalidade e imprevisilidade.
Tanto é assim que o conselho anterior funciona que, Gabriel Garcia Márquez, um dos maiores escritores deste século na minha opinião, chega mesmo a declarar que decidiu ser escritor quando ao ler a primeira frase de A Metamorfose viu pela primeira vez que se podia escrever assim. A frase em questão é:
“"Ao acordar naquela manhã de sonhos perturbadores, Gregor Samsa viu-se transformado num gigantesco inseto".
Já no que se refere às divergências é muito curiosa a que encontrei entre Anton Tchejov e Jorge Luis Borges.
Tchejov declara: “Nunca minta. A arte deve ter esta grandeza em particular. Pode-se mentir no amor, na política, na medicina, é possível enganar muita gente, inclusive a Deus, mas na arte não se pode mentir”
Já Borges relata: “...quando escrevo, escolho uma época distante em um lugar distante; isso me dá liberdade e posso fantasiar e até falsificar. Posso mentir sem que ninguém perceba...”
Curioso, não é?...Terei mais cuidado da próxima vez que leia Borges e estarei mais atenta às tais "falsificações"...
Alejo Carpentier e Hemingway evitam ao máximo o uso dos adjetivos em suas obras enquanto que George Orwel embora declare ser contra o uso exagerado de figuras de linguagem usa e abusa dos adjetivos em “1984”...Estou lendo esse livro atualmente e não leio mais de duas linhas sem que apareçam pelo menos dois adjetivos nelas.
Uns preferem escrever de manhã, outros são vespertinos e outros passam a noite em claro escrevendo...
Para finalizar acho que, embora existam técnicas para aperfeiçoar o estilo, depende da sensibilidade de cada um reconhecer quando e como escrever àquilo que têm a dizer sem preocupar-se a quem irá agradar. Mas...sem esquecer as sabias palavras de Gabo:
“Se nos entediarmos enquanto estamos escrevendo o leitor se entediará quando estiver lendo”
Alejo Carpentier e Hemingway evitam ao máximo o uso dos adjetivos em suas obras enquanto que George Orwel embora declare ser contra o uso exagerado de figuras de linguagem usa e abusa dos adjetivos em “1984”...Estou lendo esse livro atualmente e não leio mais de duas linhas sem que apareçam pelo menos dois adjetivos nelas.
Uns preferem escrever de manhã, outros são vespertinos e outros passam a noite em claro escrevendo...
Para finalizar acho que, embora existam técnicas para aperfeiçoar o estilo, depende da sensibilidade de cada um reconhecer quando e como escrever àquilo que têm a dizer sem preocupar-se a quem irá agradar. Mas...sem esquecer as sabias palavras de Gabo:
“Se nos entediarmos enquanto estamos escrevendo o leitor se entediará quando estiver lendo”
Nenhum comentário:
Postar um comentário